Sobre
Comunicação em movimento desde o princípio
O nosso movimento inicia com a criação do projeto. O FASC 360º é um produto idealizado por discentes do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Em 2024, a ideia surge e é acolhida na disciplina de Edição Jornalística no semestre 2024.2, ministrada pelo docente Demétrio Azeredo Soster, o qual decide formalizar o FASC 360° como projeto de extensão.
Nosso objetivo é realizar um especial multimídia produzir sobre o Festival de Artes e a cidade histórica de São Cristóvão. Assim, para que a qualidade dos conteúdos atinjam o patamar de excelência pensado, organizamos como marco temporal central o acontecimento anual do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC). A partir dessa temporalidade, abordaremos três dimensões: o antes, durante e depois do festival. A máxima do projeto se dá através da conexão profunda com a comunidade, território e cultura da cidade.
O projeto não está, de forma nenhuma, associado a nenhum partido ou figuras políticas.
O jornalismo
que acreditamos
Transparência
O projeto não está, de forma nenhuma, associado a nenhum partido ou figuras políticas. Nossa redação é composta por discentes que buscam a máxima do jornalismo de valor. Nessa jornada, contamos com uma equipe de professores que nos provocam a entender a complexidade da comunicação e nos orientam a acreditar em um jornalismo plural, capaz de perceber a sensibilidade das histórias e sobretudo, ouvinte. O jornalismo do FASC 360º é, dentre tantas outras coisas, aprendiz, ouvinte e atento à informação.
Parte desse aprendizado é construído com você.
Missão
Sobretudo, apresentar ao público conteúdos jornalísticos voltados para todas as dimensões do Festival de Artes e a cidade de São Cristóvão, de forma comprometida, sensível e ouvinte.
Para isso, todas as editorias se dividem em três marcos temporais:
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Antes do FASC : Todo começo e meio de ano a redação se direciona para produzir conteúdos que tragam consigo um resgate histórico, a fim de preservar a memória do festival, cultura, costumes e histórias da sociedade são cristovense, em todas as suas faces.
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Durante o FASC: Toda a atenção e energia da redação se voltam para o festival. Durante três dias, a equipe produzirá incessantemente todo tipo de conteúdo que consiga transmitir a magia do FASC. Os palcos, as palestras, as atuações e o público serão nossos protagonistas nessa jornada.
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Depois do FASC: Agora mais descansados, a equipe volta para São Cristóvão para entender como a cidade e as pessoas ficam depois do festival. As impressões do público, as histórias por trás dos palcos e o principal, a saudade do FASC.
EXPEDIENTE

Demétrio de Azeredo Soster
Diretor-editor
Professor e pesquisador dos cursos de graduação em Jornalismo e pós-graduação em Comunicação – Mestrado e Doutorado, da UFS. Organizou 16 livros voltados à área de jornalismo, comunicação e narrativas. É autor, em literatura, de 14 livros, geneticamente divididos em poesia, narrativas de viagem e crônicas. Mas, também, jornalista (desde sempre), corredor de rua, surfista e cicloturista; vez que outra, skatista. Acredita que, de perto, ninguém é normal. E acha, sinceramente, muito bom que isso seja dessa forma.
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Gabrielle Lima
Editora-chefe
Graduanda do curso de Jornalismo pela UFS, aracajuana e amante das visualidades em geral. Famosa "topa tudo", mas as áreas de gestão, mídias sociais, audiovisual, design e cultura são as que fazem meu olho brilhar. Desde criança, sou apaixonada por registrar, ouvir e impactar o ambiente. Acredito em um jornalismo autêntico e conectado com o seu público. Hoje, sou pesquisadora no campo de projeto editorial, atua como repórter na revista virtual Pedaço de Mídia, assessora de comunicação do projeto Rebobina e sócia proprietária da agência criativa The Limas View.
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Sarah Lima
Editora de mídias e audiovisual
Estudante de Jornalismo da Universidade Federal de Sergipe. A produção audiovisual sempre foi muito presente na minha vida, consigo sentir e refletir mais e ter certeza que estou no caminho certo. Sou aquela jornalista raiz que não larga o bloco de notas e caneta, sem negar uma xícara de café e um docinho, sempre atenta a tudo e disposta a ajudar.

Ygor Antonio
Editor gráfico
Estudante de Jornalismo apaixonado por comunicação em todas as suas formas. Entre uma aula e outra, estou sempre a explorar novas visualidades e tendências no design gráfico, com especial talento para interfaces de edição. Nos tempos livres, troco o computador pela prancha ou pelo skate — sou movido pela cultura urbana e pelos dias de sol.

Alice Andrade
Diretora-editora
Professora adjunta no curso de Jornalismo da UFS, doutora e mestra em Estudos da Mídia pela UFRN. Integrante de grupos de pesquisa que exploram narrativas sonoras, audiovisuais, visualidades e práticas decoloniais. Adoro café, livros e boas histórias - e acredito no jornalismo como uma forma ética de contar o mundo, instrumento da luta antirracista e espaço de defesa dos direitos humanos.

Rossella Cecília
Editora-chefe
Baiana, 22 anos e do 5º período de jornalismo na Universidade Federal de Sergipe. Acredita em um jornalismo que somente a partir da escuta atenta, se comunica com a sociedade. A escrita e a fotografia são seus aliados na contação de histórias. O lugar que a conforta e a ‘enlouquece’ é a cultura, gosta de entender como a mente dos artistas funcionam, a construção das suas músicas e suas referências. Para ela, o expediente só começa depois de uma grande xícara de café, em silêncio.

Eduardo Alves
Coordenador de produção e
editor de texto
Estudante de jornalismo da Universidade Federal de Sergipe. Estoico e amante incurável de esportes, nunca quis ser atleta profissional, mas sempre quis estar nos ambientes esportivos. Vi no jornalismo a possibilidade de estar presente nesses momentos.
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